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Entrevista com o Dr. Mário Sérgio Rossi Vieira.
Publicada no jornal da Federação Aquática Paulista (FAP), em junho de 2003.
     Entrevistamos, nesse número, o Dr. Mário Sérgio Rossi Vieira, que é o atual Diretor Médico da FAP. Ele é conhecido carinhosamente no meio aquático nacional, como "Doc", apelido dado a ele, pelos atletas da Seleção Brasileira Masculina de Pólo Aquático, no ano de 1996, quando participando do Campeonato Pré-Olímpico de Berlin. Desde então, vem atuando junto as Delegações Brasileiras de Pólo Aquático em diversos Campeonatos Internacionais. Em julho/2003 participou do Mundial de Barcelona junto ao Selecionado Feminino da modalidade.
      O Dr. Mário Sérgio é graduado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e desde muito cedo enveredou para o campo da reabilitação física de atletas. Ainda na condição de Acadêmico de Medicina, atuava nos Primeiros Socorros em Campeonatos Estaduais de karate. Naquela época, era também assíduo praticante, faixa preta dessa modalidade esportiva, e sagrou-se Tri-Campeão Paulista Universitário de Karate pela FUPE (Federação Universitária Paulista de Esportes). Após a graduação, interessado em formatar um perfil de atuação eficiente para cuidar de esportistas, especializou-se ao longo dos anos em Fisiatria, Acupuntura e Medicina Esportiva. Atualmente é Professor Universitário e tem participação ativa nos congressos médicos dessas áreas.

FAP - Você defendeu sua tese de Mestrado em Ciências Médicas sobre o tema "Ombro do Nadador". Por que a escolha desse assunto?
MS - Há alguns anos iniciei um trabalho de assistência médica aos jogadores da Seleção Brasileira de Pólo Aquático e, acompanhando esses atletas em todas as fases de treinamento e em diversas competições internacionais, observei alta freqüência de dor no ombro. Minhas observações foram ratificadas nos diversos contatos realizados entre os médicos de outras seleções nacionais. Assim surgiu para mim a necessidade de um entendimento mais profundo sobre esse assunto e resolvi dedicar a ele minha tese de mestrado.

FAP - O que é o chamado "Ombro do Nadador"?
MS - "Ombro do Nadador" é uma lesão que se caracteriza por presença de dor relacionada com o ato de nadar, causada por inflamação dos tendões dos músculos supra-espinhoso e bíceps braquial devido a excessivos movimentos giratórios do braço. A sintomatologia clínica do "Ombro do Nadador" é vaga, e o atleta pode tolerá-la por muitos meses, com o risco, porém, de a lesão e a dor se tornarem progressivamente mais resistentes ao tratamento.

FAP - Explique com mais detalhes os sintomas desse tipo de lesão.
MS - Inicialmente o atleta sente dor leve, embora constante, após treinamentos extenuantes, que pode progredir para desconforto durante os treinos e, eventualmente, interferir no desempenho. Pode haver progressão da intensidade e freqüência do quadro doloroso e inclusive dificuldade para utilizar o membro superior nas atividades do dia-a-dia .

FAP - O que o atleta deve fazer quando apresenta esse tipo de sintoma?
MS - A nossa primeira orientação é "não tente fingir para si mesmo que nada está acontecendo". A tendência da maioria dos atletas é de agüentar até o limite e depois procurar ajuda. Fale com o seu treinador e procure um médico o mais rapidamente possível. Quanto mais cedo for diagnosticado o problema, maior será a possibilidade de resolvê-lo. Existem outras causas que levam a sintomas dolorosos na região do ombro, como por exemplo, a compressão de raízes nervosas da coluna cervical, daí a necessidade de diagnosticar precisamente o quadro para que o tratamento adequado seja proposto.

FAP - Uma vez diagnosticado que o quadro de dor no ombro é do tipo "Ombro do Nadador", o que pode ser feito para solucionar o problema?
MS - O tratamento adequado engloba ações em diversas frentes. Além de aliviarmos os sintomas, necessitamos corrigir os distúrbios bio-mecânicos que podem estar ocorrendo. O atleta por características próprias da anatomia de seu ombro pode ter uma propensão a apresentar esse tipo de lesão. Junte-se a isso erros de técnica natatória associados a pausas insuficientes para a recuperação músculo-tendínea, levando a uma sobrecarga local e processo inflamatório. A ação da equipe médica deve ser harmoniosamente integrada à dos técnicos visando uma recuperação eficiente. Em nossa clínica associamos tratamentos que englobam técnicas de acupuntura e orientações para o reequilíbrio muscular da cintura escapular e readequação dos treinos.

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